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Escrito por Sérgio
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Domingo, 25 Julho 2010 23:03 |
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Foi a primeira aldeia portuguesa a ter energia eléctrica e a primeira a ver passar os comboios. À boleia da mina que alimentou a revolução industrial, São Domingos cresceu e modernizou-se.
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Escrito por Márcio Baptista Alves
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Quarta, 06 Janeiro 2010 18:04 |
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As confecções Vesticom, no Tortosendo, encerraram a 31 de Dezembro e vão avançar com processo de insolvência. Trabalhadores não receberam salário, nem subsídio de Natal. Sindicato pede mais apoios sociais ao desemprego.
A Vesticon tinha actualmente 95 trabalhadores, 55 a trabalhar e 40 com contratos suspensos. No início de 2009 tinha 205 trabalhadores.
Actualmente desconheço se há alguem de S. Jorge da Beira empreguado(a) na Vesticom, mas há meia dúzia de anos, ainda havia quem trabalhava lá. De todas as maneiras são más noticias.
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Escrito por Fernando Genro
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Domingo, 04 Outubro 2009 13:41 |
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O pessoal de S. Jorge assinalou também presença na Festa do Avante.
Para o Fininho e o Tó Manel, já não era a primeira vez que participavam na festa, embora a ultima vez que tivessem ido lá fosse a 14, 15 anos, motivo suficiente para que ficassem bastante impressionados com a evolução do recinto da festa, melhor dizendo, com a Quinta da Atalaia.
Para mim, foi a primeira vez e devo dizer que apesar de todos os relatos que já me tinham feito, fiquei ainda mais impressionado que os outros dois. Isto em relação ao espaço da festa.
No que diz respeito ao resto, devo dizer que ainda foi melhor, musica para todos os gostos, exposição de pinturas, feira do livro, teatro e muitas outras formas de cultura.
Comida e bebida, também não podia ser melhor, havia especialidades do norte ao sul do País, ilhas e internacionais.
Ficamos 4 dias acampados no campo de futebol do Amora, que tinha sido equipado com as infra-estruturas para o efeito.
Aconselho toda a gente a visitar a Festa do Avante, de certeza que não se vão arrepender.

Clica na foto para ver o álbum
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Escrito por Sérgio
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Sexta, 12 Junho 2009 15:52 |
Por Norberto Aguiar LusoPresse, Montreal Adelaide Vilela, uma das mais profícuas penas poéticas da comunidade está desde sexta-feira passada «instalada» na importante livraria montrealense Raffin. O momento da sua entrada no espaço livreiro daquela casa, na conhecida Place Versailles, paredes-meias com a auto-estrada n° 20, foi registado pelo jornalista do LusoPresse, convidado para o efeito. Com seis livros publicados e um em segunda edição -- «Cantares de Adelaide» -- Adelaide Vilela, poetisa romântica, onde a preferência pelo amor, família e comunidade não deixa dúvidas, conseguiu chegar a acordo de colaboração com os responsáveis da Raffin, uma livraria em rede, com sucursais em Laval, Repentigny e Quebeque. Em Montreal, para além do espaço na Place Versailles, a Raffin também está instalada no 1960 da rua St-Hubert. De resto, foi na rua St-Hubert que nasceu a Livraria Raffin. «Portugal à janela», «Palabras del corazón» e «Cantares de Adelaide» passaram, então, a estar nos escaparates da Livraria Raffin a partir de sexta-feira, dia 15 de Maio último. Na altura do encontro, e para além da poetisa, bem entendido, esteve presente em nome da livraria, que também possui uma casa de edição (Du Roseau Marée Haute), o Senhor Nicolas Robinson, director-adjunto da Raffin. Ao que nos foi dito no momento da selagem do acordo, Adelaide Vilela passa a dispor das vastas instalações da Raffin para escoar os seus livros. Para já, um primeiro «contrato» de seis meses, tempo suficiente para ver como resulta a experiência. Depois, se houver retorno que justifique, haverá lugar para mais títulos, já publicados ou a publicar. Escusado será dizer que Adelaide Vilela, terminada a sessão que selou o acordo, estava radiante. Não era para menos, pois não é todos os dias que um qualquer poeta da nossa comunidade «entra» em espaço literário quebequense.
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