Alma triste PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Adelaide Ramos Vilela   
Quinta, 06 Janeiro 2011 14:13

Olá amigos sanjorgenses BOAS ENTRADAS EM 2011 onde quer que se encontrem!
Sabem, hoje sinto a alma triste. Não vejo a alma. Ela não se vê. Naturalmente, a alma é uma palavra figurada, o mesmo que dizer: estou aborrecida por algo que se passa, que se passou. E alguns dos nossos amigos trazem-me esta energia negativa.
Esta noite, fui dar uma espreitadela ao nosso site Cebola e até o meu olhar brilhou, havia muita gente à janela de Cebola. A tristeza é que só dois dos nossos conterrâneos publicaram dois apontamentos. Aos dois, seguindo o meu estilo brincalhão, dei resposta.
E como não me contentei com o que escrevi no Site, resolvi mandar uma mensagem para o correio privado do nosso conterrâneo, do Sr. António Almeida.

E escrevi assim:
“Então o meu amigo está à espreita no Cebola???
Está tudo como a velha de saia arregaçada ao Barroco, a ver quem passa para a capela; ou como o velho de pingo no nariz à janela da Cruz da Rua, de boina na cabeça já furada pelos ratitos espertalhões.
Vivam as estradas do universo que reúne e faz falar o mundo mais disperso: o sábio, o cangalheiro, o professor, o cantoneiro, o jornalista, o professor, o bancário, o jornalista, o padeiro, o agricultor, o menino esperto e o avozinho aprendiz. Vivam as novas tecnologias”.
No acima exposto, continuando na mesma ordem de ideias, eu peço ao povo que colabore com o Sérgio e com o Paulo. O Site tem que ter um sentimento imenso de pertença cebolense e, para isso é preciso haver colaboradores, e há poucos. Não entendo porque aparecem à janela apenas para ver quem passa.
Claro que ler também é instruir-se. Ver também é aprender. Conhecer também é alargar o espaço do saber Ser e fazer.
Mas, meus amigos, colaborar é aprender a ser alguém quando com outro se partilha aquilo que temos e que sabemos e, logo a seguir, conseguimos dar sem pedir nada em troca.
Não querem começar pelo verbo adoçar: é só contar como foi a consoada?!
. Em que terra vivem?
. O que comeram?
. O que beberam?
. Como festejaram o dia 31 de Dezembro?
. Como é a moda para o novo ano?
. Como se vestem
. Está frio, calor?
. Tenho a certeza que os cidadãos do mundo têm muitas histórias lindas a contar. Os emigrantes são os que mais preservam as tradições. Deste facto, falo por mim, faz-nos sentir mais perto da terra-mãe, nestes dias de lembrança.
Esperamos logo pelos vossos Contos de Natal.
Fiquem bem! Sejam felizes!

Adelaide

 

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